Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Cortinas: decisão certa da janela pra dentro

Importantíssimas na hora de arrematar a decoração de um ambiente, as cortinas são indispensáveis quando se quer controlar a entrada de luz e esconder imperfeições e acessórios indesejados. Além disso, elas garantem a privacidade e auxiliam na divisão de ambientes com bastante delicadeza. Mas a grande variedade de tamanhos, tecidos e estilos diferentes dificultam a escolha. Está em dúvida? Aqui você vai encontrar dicas interessantes que vão inspirar sua mente e influenciar na sua decisão.

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Cortinas pesadas e cheias de sobreposições fazem parte do passado. Agora, a tendência é investir em modelos leves e bem mais simples. Mas fique atento também ao tipo de varão e na forma das pregas, pois eles vão fazer toda a diferença na hora da sua escolha.

Se o objetivo é economizar, as opções que têm alças feitas com o próprio tecido são a melhor pedida. Fuja das cortinas muito franzidas, especialmente o modelo com pregas americanas. Uma alternativa que também sai cara são as confeccionadas com panos finos, pois estes modelos precisam ter volume e acabam gastando muito tecido.

É importante saber ainda qual é a função que se pretende com seu cortinado, pois se o objetivo é manter a luminosidade, cores claras e texturas finas são a melhor opção. Mas se o objetivo é justamente escurecer, o recomendado são as opções mais encorpadas, ou acompanhadas de um forro. Este recurso também pode ser adotado para auxiliar no caimento de panos mais nobres, como a seda.

Para quem não é fã da cortina e prefere persianas, prepare o bolso. Esta opção sempre fica mais cara. E para aqueles que não gostam de deixar o trilho aparente e não tem o teto rebaixado, pode encomendar um cortineiro reto feito de gesso. Mas existem varões muito bonitos que acabam dando um charme a mais na decoração.

Seja qual for o seu gosto e orçamento, existe uma opção que vai agradar a ambos. Deixe a dúvida do lado de fora da janela e escolha a cortina perfeita para o seu ambiente.

* Crédito das fotos: Reprodução

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Viver bem num Condomínio

Conviver em harmonia dentro de um condomínio residencial nem sempre é uma tarefa fácil. As normas transbordam nas chamadas convenções, mas muitas vezes não são suficientes para garantir a boa relação entre os vizinhos. Dividir o espaço é difícil, mas deixar as regras bem claras vão ajudar na hora de resolver um conflito.

Por exemplo, se você vai fazer uma obra, mesmo que seja pequena, avise antes o zelador, ou o síndico, e certifique os horários liberados para fazer o reparo no seu apartamento. Lembre-se também de deixar as áreas comuns (escadas, corredores e hall) sempre limpos. Ainda no quesito reforma, você sabia que não pode sair trocando as janelas da sua casa? Isto iria alterar a fachada do prédio e, para ser feito, todos os moradores também precisariam trocar suas janelas. Ou seja, votação e aprovação de mais de 2/3 dos condôminos em assembleia.

Se alguém invadir o seu apartamento e roubar todos os móveis da sua casa o condomínio não é obrigado a te pagar uma indenização. O seguro obrigatório do prédio cobre apenas as áreas comuns. Mas fica uma dica: oriente bem os porteiros, os funcionários da limpeza, empregadas domésticas e até outros moradores sobre as questões mínimas de segurança. Isto com certeza vai dificultar a ação dos bandidos.

E para finalizar, o porteiro até pode te dar aquela ajudinha na hora de carregar suas compras até o apartamento. Só não vale fazer o funcionário deixar a portaria sozinha por muito tempo e largar o controle de acesso ao prédio. Mas é claro que ele não vai se recusar a agradar um dos seus “patrões” e garantir o ganha-pão com a cordialidade.

Cuidado onde pisa!

Escolher o melhor piso para todos os ambientes da casa não é uma tarefa das mais fáceis, principalmente após se deparar com tantas opções de acabamento, materiais e estilos. Mas para saber qual é a escolha mais certa, leve em consideração o uso que cada espaço terá dentro do seu lar; e claro, procure conhecer os tipo de piso que existem disponíveis hoje no mercado.

Basicamente estes revestimentos se encaixam em uma das três classificações abaixo:

– Piso Frio: são as famosas cerâmicas, porcelanatos e pisos de pedra.  Para instalar é aquela quebradeira sem fim. Mas são opções bem resistentes e de longa durabilidade. O porcelanato é o queridinho do momento, com grande variedade de tons e texturas, alta resistência a abrasão, e podendo ser aplicado em ambientes internos e externos. Mas fique atento na hora da limpeza! Produtos químicos e abrasivos costumam prejudicar o esmalte. Opte pela tradicional combinação de água e sabão, ou detergente neutro diluído em água.

– Piso flutuante: neste item entram os pisos laminados e as famosas tábuas corridas. São bonitos, possuem um conforto térmico e o melhor, de fácil aplicação e com opções a preços acessíveis, o que lhes garantiram o título de campeão em vendas. Não exigem que se retire o piso antigo e, em algumas horas, sua casa já está de cara nova e liberada para uso, sem quebra-quebra e dor de cabeça. Para limpar, basta um pano úmido e pronto! Ficam ótimos nos quartos ou em ambientes mais aconchegantes. Mas não pense que tudo são flores. Eles devem passar longe de locais molhados (banheiros, cozinhas e lavanderias), além de possuir resistência e durabilidade menores se comparado a outras opções.

– Piso vinílico ou de PVC: Apesar de não ser muito conhecido e utilizado nas residências, é uma tecnologia antiga, usada desde o início da construção de Brasília. Possuem alta durabilidade e resistência, além de serem macios e térmicos, o que proporciona uma sensação maior de conforto. Versáteis e modernos, permitem desenhos e recortes no piso. São mais indicados para ambientes internos, além disso, as diferentes opções disponíveis imitam a textura de outros materiais como a madeira. Pode ser encontrado em forma de tapete, placa ou manta, dispensam argamassa na instalação e normalmente são fixados com cola.

Leve em conta a praticidade, beleza, qualidade e funcionalidade na hora de escolher o piso para a sua casa. E seja qual for a sua escolha, o revestimento deve antes de tudo atender às suas necessidades. Respeitando isso, o resultado com certeza será ótimo.

E a Cozinha?

Já faz tempo que a cozinha deixou de ser apenas mais um cômodo escondido. Ela ganhou espaço e importância dentro de casa e é o local onde muitas vezes nos reunimos para bater aquele papo gostoso regado a vários sabores e cheiros. Como se tornou o coração do lar, passamos a dar mais importância na sua decoração, no aproveitamento do espaço e, claro, na escolha dos móveis e eletrodomésticos. E para não errar precisamos combinar três aspectos fundamentais: funcionalidade, organização e estilo!

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Antes de tomar qualquer decisão, planeje e pesquise. Vá a lojas especializadas em cozinhas, folheie revistas, navegue na internet. Se preciso busque informações com um design de interiores. Você vai acabar descobrindo uma maneira de aliar as suas necessidades ao seu gosto e, claro, agradando a todos que vivem na casa. Por exemplo, se o cômodo pertencer a um casal que quase nunca prepara jantares e lanches em casa, a aparência talvez pese mais. Contudo, uma família numerosa que se reúne todos os dias em torno da mesa já necessita de um espaço multifuncional.

Outro ponto na hora de escolher o mobiliário é observar o preço. Os armários são, com certeza, a mobília chave que vai dar o tom na decoração. Soluções standard são adaptáveis a todo o tipo de cozinhas. Há também os modelos semi-personalizados, quando armários pré-existentes sofrem algumas adaptações para se encaixarem na sua cozinha; e, por fim, as opções personalizadas, feitas sob medida e ao gosto do cliente.

A mesa é o centro das atenções de qualquer casa, por isso a escolha de um modelo é tão importante. Preste atenção no espaço disponível para este móvel, no conforto e, sobretudo, na quantidade de pessoas que normalmente se reúnem para as refeições. Se tamanho não é o problema, uma mesa ampla irá conferir um ambiente mais familiar e aconchegante. Mas se o local for apertadinho veja as opções dobráveis, afixadas na parede, ou extensíveis. Para quem gosta do estilo “bar”, pode ainda escolher uma mesa redonda e alta.

Depois de escolhidos todo o mobiliário; vá em busca dos eletrodomésticos. Hoje existem inúmeras opções de geladeiras, fogões, fornos e microondas e, de todas as cores e acabamentos. Seja clássico ou moderno, você não ficará sem opções. Respeite o seu estilo, fique de olho nas tendências de mercado e vá às compras.

Crédito das Imagens: Reprodução

Aquecimento Solar: Orçamento em dia e meio ambiente preservado

Utilizar aquecimento solar já deixou de ser um artigo de luxo há anos. Alguns brasileiros, com o intuito de garantirem a sua parcela de contribuição na preservação do meio ambiente e, claro, economizarem uma grana no final do mês, fizeram com que esta tendência se tornasse comum. Mas para quem ainda não possui o tão falado aquecedor solar, vale a pena investir na quebradeira?

Antes de tudo, apenas o fato do aquecedor garantir o banho quentinho, sem gastar energia e, ainda, ajudando a preservar o meio-ambiente, já faz valer a pena o investimento. Resta saber se os custos da instalação vão caber no bolso. Então, afirmamos mais uma vez: antes de qualquer obra, faça orçamentos, pesquise preços, consulte profissionais da área e planeje.

Pense bem: após o período de aquisição dos equipamentos e dos custos de instalação do produto, a energia solar não irá gerar despesa alguma. Sem contar que esta é uma fonte inesgotável, principalmente se pensarmos nas formas atuais de geração de energia elétrica utilizadas no Brasil.

O investimento é válido e as vantagens, muitas. Antes de começar a quebrar o banheiro e trocar a canalização, consulte um especialista para saber a melhor opção de aquecedor solar para a sua casa e, é claro, escolher um bom lugar para colocar o sistema. Normalmente eles ficam no telhado, para facilitar a captação e o armazenamento da água quente.

Fique atento às novas tecnologias! Se no passado, instalar um aquecedor solar era privilégio de poucos; hoje é bem diferente. O desenvolvimento de novas técnicas possibilitou colocar sistemas de aquecimento compactos, mais baratos e que trazem novas possibilidades, como o “Registro Misturador Solar”, que faz com que a água quente do aquecedor vá direto para o chuveiro, sem quebrar e danificar as paredes já prontas.

Planeje seu orçamento, procure especialistas e desfrute de um banho quentinho que não vai pesar na sua conta de energia elétrica! Mas lembre-se de economizar água!

Vá de policarbonato

Entre os materiais que podem dar uma cara muito especial a um projeto arquitetônico está o policarbonato. Seja em forros, coberturas ou mesmo fachadas, esse material é muito versátil e comercializado em diferentes versões – algumas delas se assemelham ao vidro – canelado ou transparente.

O forte desse material é colaborar para o aproveitamento da luminosidade natural do local. Alguns deles vêm com filmes reflexivos ou metalizados, além de sua alta resistência ao impacto e controle da absorção de calor, possibilitando um ambiente com temperaturas mais agradáveis. O policarbonato ainda é mais leve que o vidro e, em caso de incêndio, não propaga chamas, o que aumenta a segurança do local. Ele é também bastante resistente e pode ser utilizado para a cobertura de áreas externas. É por isso que também existem as placas de policarbonato moldadas como telhas, em formato ondulado. É uma opção muito prática de decoração, afinal, a limpeza das áreas é feita somente com água e sabão, sem a necessidade de abrasivos, que podem danificá-lo.

A instalação geralmente é feita pelas mesmas empresas especializadas que vendem as placas. Ele pode ser aplicado sobre suportes de madeira, alumínio ou ferro. Confira a seguir alguns exemplos de ambientes que receberam acabamento em policarbonato e saiba como essas opções práticas e bonitas podem finalizar muito bem o seu projeto.

Fachada em policarbonato, que funciona como um filtro para a luminosidade.

Cobertura com folhas retráteis de policarbonato, garantindo não só uma boa iluminação, mas fazendo uso da resistência do termoplástico para proteger o ambiente. 

Forro e cobertura em policarbonato. O arquiteto aproveita a luz natural do sol, sem que o ambiente fique quente demais.

Caixa de policarbonato envolvendo escada, com detalhe colorido no mesmo material. As placas proporcionam ainda o isolamento térmico do local. Além de darem um toque todo especial.

Crédito das imagens: Reprodução

Conheça as funções dos operários envolvidos na construção civil

Reformar e construir podem ser assuntos bem complicados para quem não domina muito bem o “mundo” da construção civil e nem como funcionam os detalhes de uma obra. E toda essa confusão inclui, além do número de materiais e ferramentas disponíveis no mercado, os profissionais envolvidos em cada atividade. Conhecer as responsabilidades de cada um deles pode ajudar a economizar e ainda evitar muita dor de cabeça. Pensando nisso, o “Morar e Viver”, reuniu algumas informações e apresenta as funções dos personagens mais comuns nos canteiros de obras e nas reformas da sua casa:

Arquiteto: ponto de partida em qualquer obra, é o responsável por decidir como o trabalho será realizado. É ele quem faz todos os projetos necessários, como os estudos preliminares e a planta com detalhes sobre instalações elétricas e hidráulicas.

Engenheiro: é o executor dos projetos desenvolvidos pelo arquiteto. Chefia a equipe e orienta todos os profissionais que trabalham no local.

Mestre de Obras: é quem planeja todas as atividades. Organiza e controla a montagem e instalação dos equipamentos, assim como o lançamento dos cabos nas linhas de transmissão. Além disso, o Mestre de Obras fiscaliza o andamento da construção, cuida para que os prazos sejam cumpridos e o resultado final entregue conforme o combinado. Mas fique atento, o Encarregado Geral tem funções bem parecidas com as executadas pelo Mestre de Obras e, em alguns casos, pode até substituí-lo. Então cuidado para não cair no “conto do vigário” e acabar pagando por dois profissionais que vão realizar o mesmo serviço.

Pedreiro: é aquele que literalmente coloca a mão na massa. É o operário, que cuida da alvenaria e faz todo o acabamento. O pedreiro é o construtor responsável por dar forma à cara que o seu lar passará a ter.

Servente e Auxiliar de Pedreiro: como o próprio nome diz, auxilia o pedreiro. É o profissional que fica com o trabalho mais pesado. Na hora da quebradeira, de carregar todo o entulho e de organizar os materiais, pode ter certeza que será o servente de pedreiro quem fará este serviço. Nas horas vagas é ele quem ajuda os operários nas execuções da obra.

Carpinteiro: este é quem cuida dos materiais de madeira na construção. monta formas, como tapumes, andaimes, distribuição dos cavaletes e outras peças usadas na construção.

Armador: responsável pelas ferragens na obra, faz operações como moldar, cortar e dobrar as estruturas, armações e vergalhões, além de fixar os estribos e montar gabaritos para corte e barras em geral.

Além destes profissionais citados acima, há vários outros que podem estar presentes, dependendo da complexidade da obra e do orçamento disponível. Como exemplo, estão os Encanadores e Eletricistas, que cuidam de toda a instalação hidráulica e elétrica. O toque final fica por conta dos trabalhadores do acabamento, como pintores, telhadistas e serralheiros.